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Na onda do berimbau: entre o funk proibidão e a capoeira patriarcal Recentemente a “comunidade” da capoeira foi surpreendida por um clipe musical que relacionava a capoeira ao funk. Como? Com uma letra indicando que mulheres “novinhas” iam sentar-se no pau do berimbau, metaforicamente, associado ao pênis do traficante que depois ia fuzilá-las. Essa letra […]

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CARTA EM APOIO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL NA CAPOEIRA

A violência sexual contra mulheres, crianças e adolescentes está imbricada em uma sociedade que compactua com tais práticas em diferentes ambientes e espaços sociais. Essa é uma luta travada diariamente por coletivos e grupos socialmente organizados para impedir que aconteça esse tipo de violência ou crime e para denunciar quem a comete.  Infelizmente em espaços […]

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MISS RASTEIRA!

Tomei um susto quando vi na minha time line, há uns dias atrás, um post que anunciava, divulgava e ou informava sobre um concurso de miss capoeira !!! hein¿¿¿   imediatamente imaginei que fosse alguma notícia antiga, fake news ou coisa parecida… deu nervoso.  Mas… pasmem! Eram atualíssimos o post e o concurso tb!  Como se […]

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Cadê meu berimbau?

Na roda da capoeira angola quem comanda os trabalhos é o berimbau, principalmente o berimbau gunga. Para o gunga funcionar alguém tem que tocar, então quem comanda a roda não é o berimbau, é quem está no berimbau. Quem está com o berimbau na mão, tem a autoridade da coordenação daquele espaço. Com certeza tem que ter habilidades para estar naquele lugar, que vão além do cantar e tocar, tem que ter sensibilidade de perceber o jogo, observar o entorno, ter visão periférica. É um lugar majoritariamente ocupado por homens. Será que a mulher não tem esta capacidade?

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Demanda de Resposta à Comunidade

Prezades
Estamos compartilhando com o público e com a comunidade da capoeira a nossa demanda de resposta à reunião organizada em ambiente virtual por mestre Roxinho no dia 07/07/20 da qual participaram várias pessoas da comunidade da capoeira. Esta reunião pretendeu oferecer uma “solução” para o caso de violência sexual divulgado seguindo, conforme relataram, preceitos “tradicionais” de matriz africana.

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